by Eliseu Frechou | 22 de maio de 2013 15:25
Segundo acampamento, logo após o vale do Ruah.
O segundo dia começou mais cedo. Coloquei o despertador para as 05h50. Quer moleza? Fica em casa!
Desmontamos o acampamento, tomamos um capuccino e seguimos trilha molhada à frente, rumo ao Pico Três Estados, onde chegamos quatro horas depois. Rolezão! Vários trechos ruins de orientar, mas chegamos no tempo previsto. No alto da divida natural de SP, MG e RJ a neblina nos atrapalhou um pouco a visão e como também estávamos sem saber como estaria a trilha no trecho final, já que até ali estava bem fechada, não nos demoramos muito.
Floresta de bambus. Usar mochila pequena é uma ótima escolha.
O Alto dos Ivos pode ser visto dali, distante mais 3 horas de pernada. Do alto dos Ivos a trilha quase que só desce. O capim de Anta vai rareando e a vegetação de campo de altitude vai dando lugar à floresta Atlântica. Capim Navalha de Macaco e bambus vão enganchando na mochila e a toda hora batem no rosto e nos olhos. Atenção para não nos machucarmos demanda um passo mais lento. Alcançamos a estrada abandonada que dá acesso à fazenda do Pierre e as 17h10 estamos no ponto de encontro do carro, onde o Ronaldo, amigo do Waldir nos espera para o resgate.
Waldir, feliz na última subida, que dá acesso ao Alto dos Ivos.
Fazer a travessia em 2 dias e meio foi desgastante, mas acho que foi o ideal. Consegui filmar, fotografar e curtir o visual. Fazer a caminhada em mais dias demandaria carregar muita água e peso. Menos tempo seria uma corrida sem muita curtição.
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