A lei de Gerson e o Montanhismo

A lei de Gerson e o Montanhismo

Os últimos meses foram bem ricos para quem curte assistir de camarote a propagação de idéias erradas e consegue ter o discernimento para juntando fatos e idéias, entender o do por que, o montanhismo brasileiro poderia ser muito mais forte, mas não é. De quem é a culpa? Da grande parcela dos escaladores que tem uma visão míope e bastante distorcida do que é necessário para o esporte crescer, e assim, ele mesmo poder tirar um proveito correto e duradouro deste crescimento.

Como expectador e testemunha do que acontece no cenário local e nacional do montanhismo, volta e meia me sinto na obrigação de comentar certos fatos, pois parece que algumas idéias, por mais nocivas e erradas que se apresentem para mim e para as pessoas com as quais converso e me balizo (não sou dono da verdade, então o melhor é sempre antes de escrever, discutir a questão com quem realmente merece ser ouvido), acabam tomando eco e se propagando como certas.

Primeiro round – o cartel da escalada

Uma das situações que recentemente me chocou, foi um post (http://enquantoissonaomuitolongedali.wordpress.com/2013/12/06/o-cartel-do-mercado-de-escalada/) em um blog do interior paulista, no qual o proprietário de uma loja virtual de equipamentos, literalmente estraçalhou a Conquista, dizendo eles (Conquista) pediam para que a sua loja mantivesse uma tabela mínima de preços para os produtos da marca, evitando assim uma concorrência predatória, o que é perfeitamente normal.

Indignado, o proprietário acusou a empresa paranaense de formar “cartel”. Ops! Correção: Cartel é formado por revendedores (lojas) de um produto, e não por um único fabricante! Tabelas mínimas (markup) são praticadas pela grande maioria das empresas sérias, evitando assim prejuízos para o próprio consumidor. Não fosse essa regra, imagine se duas lojas na mesma cidade resolvessem fazer guerra de preços. A loja A, podendo agüentar prejuízo por mais tempo, abaixa os preços, tomando prejuízo até quebrar a loja B. Depois, restando apenas a loja A, esta poderá não só recuperar o prejuízo, como a partir daí, explorar os clientes. Quem viu vantagem no início, se aproveitando da situação e quebrando a loja B, vai a médio e longo prazo, pagar caro.

Exemplos a parte (infelizmente necessários para quem não entende bulhufas de mercado e só vê a vantagem imediata), para quem não sabe, a Conquista é uma das empresas que mais apóia o esporte em todo o Brasil, patrocina aberturas de vias, investe em tecnologias, emprega dezenas de funcionários, e pasmem: o dono não é milionário! Aliás, não conheço nenhum dono de comércio ou indústria de equipamentos no Brasil que tenha ganho muito dinheiro advindo de empresas ligadas ao ramo outdoor. Edemilson Padilha é um escalador, que pena para pagar as contas e nunca deixou de apoiar eventos e ações por todo o Brasil. É um cara honesto, que eu respeito, e deveria ser respeitado por quem leva o montanhismo a sério.

O resumo desta história, é que no final das contas, empresas como a Conquista, Deuter, Solo, Snake, Casa de Pedra, Curtlo, Equinox, Trilhas e Rumos, Adrena e muitas outras que padecem para sobreviver trabalhando conforme a lei, produzindo no Brasil ou importando de forma legal, pagando impostos, mantendo funcionários, e realmente investindo e influenciando na quantidade e qualidade das escaladas no Brasil, criam e fomentam, ano após ano, o mercado para que outras empresas que não retornam nenhum centavo para o esporte, venham e se aproveitem deste mercado. A conseqüência a curto prazo, é que ações maiores, coletivas, deixam de acontecer. Não são realizados campeonatos, encontros, festivais, filmes, revistas, jornais… Mas para quem procura apenas preços baixos, que compra equipamentos nos mercadões de aventura, os quais nunca investiram um centavo em eventos de montanha, nunca patrocinaram atletas ou anunciaram em uma publicação, – ou ainda, e pior – compra nas lojas virtuais pouco conhecidas que trazem produtos diretamente do exterior (loja de muambas), deve estar orgulhoso de economizar uns trocos, não é? Pois bem, caso não saiba, – ou finge não saber – muitas das lojas virtuais hoje no Brasil não pagam as devidas taxas de importação, não investem no mercado, e só assim podem vender mais barato. Experimente só pedir a guia de importação ou nota fiscal da origem da compra. Um escalador que compra muamba está na verdade patrocinando a escalada no país de onde veio a mercadoria. Ou você acha que comprando equipamento numa loja americana, alguma marca de lá, algum dia, irá colocar um centavo aqui no Brasil? Isso só irá acontecer se o representante daqui tiver volume de vendas suficiente para justificar investimentos no país.

Além do mais, a compra deste material sem origem definida compromete não só a segurança de quem o compra ou quem o usa, mas também fomenta o crime de descaminho (contrabando), e qualquer vítima da qualidade do material não tem a quem recorrer, uma vez que opta pela compra irregular.

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Você quer patrocinar o Sharma, Ondra, Honnold? Ok. Continue pagando para os gringos e contrabandistas se fortalecerem. Ainda bem que há pessoas que compram equipamentos de lojas e representantes oficiais no Brasil e assim, dão suporte para estas empresas apoiarem atletas como Felipe Camargo, André Berezoski, Bianca Castro, Raphael Nishimura, Tiago Balen, Hillo Santana, Felipe Dallorto, Janine Cardoso, Jean Ouriques e outros que abrem vias, e empurram o limite do esporte para nos motivar. Os equipamentos deveriam ser mais baratos aqui no Brasil? Claro que sim. Mas preços altos é uma questão de impostos abusivos, que qualquer empresa que importe equipamentos legalmente está sujeita – e não de lucros excessivos. Mas parece ser mais fácil culpar os empresários do que o governo, não é?

Segundo round – o desabafo de Guilherme

Eis que nesta semana, sou mencionado num comentário do Facebook sobre o seguinte texto de autoria de Guilherme Silvano:

Depois de mais um dia em São Bento, fiquei remoendo na cabeça a falta de informação pra quem quer escalar nesse paraíso, fiquei me perguntando os motivos dessa situação. Será que os escaladores daqui vivem da idéia arcaica que “quem quer vai atrás” ou “não queremos turistas” ? ou serão apenas intrigas entre conquistadores e seus egos? Será que não se sentem mal em na dividir o prazer que sentem em suas escaladas? Neste domingo havia 15 carros na falésia paraíso e 5 países presentes na rocha, tudo organizado, limpo, todos pagaram a taxa para escalar, será que é tão difícil criar esse público consciente? fazer um croqui ?e não to falando de rabiscos de uma via ou outra, São Bento merecia um livro de acesso e outros três, cada um para uma modalidade. É triste saber de amigos que passam por SP e não escalam em São Bento, pois não conheciam ninguém de lá, foram uma vez e acabaram entrando da via errada.
Eu comecei a escalar na Urca, onde comprei um guia do F. Daflon na banca, com as dezenas de vias e centenas de boulders e assim me foi permitido conhecer a escalada, eu escalo por que pessoas me ensinaram de forma gratuita(não estou falando de dinheiro), mas o fato é que tenho muita vontade de passar adiante o esporte que amo.
Se alguém tiver outra opinião, souber os motivos ou quiser acrescentar algo, será bem vindo.

Depois, Guilherme comenta o Manual de Escaladas da Pedra do Baú e Região:

Então este guia realmente é um começo, mas ele não tem metade das vias, tem muitos erros e nem 10% dos boulders. Eu to falando de um guia padrão Pedra parada, padrão europa, guias que escaladores de outros estados possam vir e conhecer nossa escalada de forma plena…

Como as reclamações do Guilherme são várias, vou começar pelo assunto Manual de Escaladas da Pedra do Baú e Região, livro no formato de bolso que publico há mais de 15 anos, possui catalogadas cerca de 80% das vias desta área, e em 2012 teve impressa sua 5ª. edição . O que eu tenho a responder, é que criticar e achar que se pode fazer algo melhor é fácil. Tagarelar é sempre fácil. Imaginar um trabalho baseado em outro que já existe, idem. Difícil é fazer um guia partindo do zero, torná-lo viável financeiramente, conhecer todos os protagonistas que fizeram as vias, captar informações (checá-las e responsabilizar-se por elas) e criar uma publicação que seja prática – e não um livro que você não consegue levar para a rocha. Escrever um tijolo cheio de informações inúteis não ajuda. Os erros que o Guilherme cita, mesmo sem saber quais são, e admitindo que poucos existem, é certo que não fazem grande diferença para a pessoa que se prontifica a fazer uma via na qual domina as técnicas e tem capacidade psicológica para tal. A idéia do guia de bolso não é nova, segui o principio e diagramação de outras publicações de Yosemite, Espanha, México, Frey e Patagônia (!) iguais e com até menos detalhamento que o do Baú.

No processo natural de publicação de guias, uma edição já começa a ser feita assim que a anterior é impressa. Este é um trabalho que nunca termina. Não existe um guia com todas as vias, a não ser que seja em um local onde não se pode mais abrir vias. E não existe guia perfeito, pois as vias mudam, os graus idem. Muita gente acha que fazer um guia é fácil. Não é. É trabalho árduo no qual o prazer de ir fazer a rota é a faceta bacana. A publicação tem que gerar lucro (pois será investido dinheiro na aquisição das informações), tem-se que ter uma estrutura eficiente e legal para produzir e distribuir, e tem-se que investir tempo (plagiar é crime, então não se pode copiar as informações de outra fonte). Lógico que depois de anos, o retorno tende a acontecer, mas mesmo assim, há 15 anos minha empresa se dispõe a investir tempo e dinheiro em publicações bem pouco rentáveis como os guias do Baú, Planalto do Itatiaia e Serra do Cipó.

O que acontece freqüentemente, é que pessoas pouco atentas, acabam julgando um trabalho pelas características erradas. Um guia de bolso é um guia prático, para ser levado para a rocha. Livro é para colocar na estante, ver fotos, ler histórias, não funciona e vai ficar obsoleto também. Muitos querem ver o livro, mas ninguém o levaria para a pedra. Uma publicação cara, só fomentaria as pessoas a xerocarem o tal tijolo de papel, influenciando nas vendas – e inviabilizando impressões e atualizações futuras.

Há um tipo de guia na forma de “escalada passo-a-passo” bastante popular nos EUA, que é a série SuperTopo, que á a compilação de (talvez) 5% das rotas clássicas de Yosemite, onde cada via é descrita enfiada por enfiada. Eu poderia optar por ao invés de 200 rotas, selecionar 50 e fazer um guia semelhante. Mas isso seria uma grande besteira, haja visto que todas as semanas há escaladores chegando à Yosemite com o SuperTopo debaixo do braço, sonhos na cabeça e depois de algum tempo, voltam para casa sem ter escalado as vias que imaginavam ser capazes de subir, independentemente de ter todas as infos necessárias. As pessoas se perdem, se machucam e morrem tendo o SuperTopo para consultar. Por quê? Por que não estavam preparadas para realizar as escaladas, e guia não leva ninguém para o cume de uma montanha. Se apenas informação escrita ou falada resolvesse, bastaria alguém passar betas, e qualquer pessoa seria capaz de encadenar um 10° grau mandar um A5 ou um E5.

Os Guias Yosemite Free Climbs e Yosemite Big Walls que eu usei para escalar lá, são muito mais simples que o ST e nem por isso me dei mal. Detalhar minuciosamente itens como, se você precisa de um jogo completo de friends para fazer a rota, ou especificar enfiada por enfiada o que você vai usar é absolutamente insignificante para quem tem a expertise para escalar tal rota.

Guia é uma publicação para você se orientar, mostrar o caminho. Partindo desta idéia, ao invés de dar mais infos, tracklogs ou instalar placas indicando as vias, devemos fazer a pessoa que aqui vem escalar as primeiras vezes e se sente fora da zona de conforto, entender que alguns lugares da face da terra – como a Pedra do Baú – são terrenos de aventura, que tem seu filtro natural que é justamente o fato de estarem em lugares nos quais se precisa de técnicas mais complexas do que em uma falésia. Colocar o escalador no pé da via não resolve se ele não for experiente para sair da mesma vivo – e com uma boa história para contar. O Complexo Pedra do Baú pode sim, se transformar numa espécie de falésia gigante, cheia de vias bem sinalizadas, marcadas, medidas e esquadrinhadas que parece ser o que o Guilherme deseja. Ou podemos mantê-lo como é hoje: um campo de treino para que as pessoas se transformem em verdadeiros montanhistas, capazes de se garantir em montanhas mundo afora.

Montanhas e vias não são para serem escaladas por qualquer um, em qualquer dia. Entender que você precisa evoluir para escalar determinadas rotas que deseja é uma característica da escalada e do montanhismo. Cada modalidade, do boulder ao big wall terá suas exigências. Vias de montanha, principalmente, são como prêmios pelo treino, evolução física e psicológica do escalador. Há vias que eu não vou conseguir escalar jamais. Sou feliz ao entender essa característica do esporte. Conformo-me? Não. Treino, viajo, aprendo e evoluo.

Se um escalador não consegue se localizar na Pedra do Baú, ele deve primeiro adquirir experiência nas falésias, em montanhas menores, e depois, talvez ainda pedir auxílio para outros mais experientes o guiarem nas primeiras investidas. Não há nada de humilhante ou errado nisso. É um processo de aprendizado. Quem aqui aprendeu a dirigir numa auto-estrada?

Então, mesmo depois de muito refletir, não entendi o desabafo do Guilherme. Há dezenas de escaladores todos os finais de semana no Baú, assim como na Divisa, Olhos… A característica, de um ser point esportivo, tradicional, seguro, bonito… É o que o torna popular em determinado momento, e não o Guia que este lugar tem.

Com relação a “criar esse público consciente“, quem acompanha a história dos lugares e escala neles, deveria tentar ajudar nesta forma, pois não é um guia que torna as pessoas mais educadas e conscientes. A Falésia Paraíso, que ele cita como exemplar, já foi fechada diversas vezes, e assim como outros lugares de São Bento – e por todo o Brasil – tem problemas de acesso causados pela falta de educação dos escaladores. E começar a pagar para entrar numa falésia de São Bento, além de não resolver esta falta de respeito da comunidade, seria o mesmo que acabar com a escalada neste local.
Lugares os quais o acesso é fácil, as rotas são seguras e de fácil orientação são os mais problemáticos nesta região: um dos setores do Aranha está fechado, a Falésia dos Serranos, assim como os blocos dos Serranos e a Pedra da Balança estão indefinidamente fechados, a Falésia dos Olhos teve dois acessos negados pelos proprietários só restando um – e talvez por pouco tempo, pois escaladores insistem em estacionar em local errado atrapalhando a circulação do caminhão do fazendeiro. Isso sem contar que da última vez que estive na Falésia dos Olhos, contabilizei sete lonas e diversos potes usados de cola, deixados por escaladores, que estão transformando o lugar em um lixão. E outros setores estão também por um fio, como a Pedra da Divisa e Vista Aérea, onde a falta de educação dos escaladores – que tem todas as informações para lá chegar e como se portar – já deixaram os proprietários bastante desgastados.

O ponto em que quero chegar aqui, é mostrar mais uma vez que o que parece óbvio, não é bem assim tão simples quando se tem conhecimento. E o problema na verdade é outro, muito maior, e que e vai bem além da questão guia.

Quem freqüenta ou mora em São Bento do Sapucaí há anos, vê o seguinte filme passar de tempos em tempos: Um escalador vem pra cá, se maravilha com o lugar, começa a visitar São Bento do Sapucaí com mais freqüência, aluga uma casa, considera-se “local”, e passa a andar pelos lugares como se eles fossem extensões da sua casa alugada. Com o passar dos meses, ele começa a só ver defeitos onde antes era tudo maravilhoso. Este tipo de escalador geralmente escala com seu pequeno grupo que partilha da mesma opinião, não conhece a história do lugar (na sua ignorância dos fatos, acredita conhecer tudo, mas sequer reconheceria os protagonistas se cruzasse com eles), não se filia a nenhuma entidade, não se organiza, nem participa das ações em prol do local (mutirão para arrumar trilhas? Só se for depois da escalada e da cerveja). Este é aquele tipo de escalador reclama de tudo: da chapeleta solta à proibição de fumar em alguns points. Resumindo: Não acrescenta nem ajuda sequer a manter as porteiras abertas, causa mais manutenção nas trilhas e vias (sim, qualquer pessoa que usa uma trilha ou uma rota deve se preocupar com sua conservação) – mas exige todos os direitos possíveis.

Um fato interessante, é que o Desabafo do Guilherme gerou uma certa mobilização de pessoas que se prontificaram a ajudar na “criação” de um novo guia, inclusive se voluntariando para tal empreitada. Lendo os comentários, eu imagino o quanto essas pessoas têm conhecimento do que realmente acontece aqui na região. Se elas sabem de que modo os points se formaram e o quanto custa mantê-los abertos. Penso também se essas pessoas querem ajudar trabalhando ou se estão apenas procurando parceria para escalar. Escalada, para quem não leva o tema de forma profissional, parece bem romântico e prazeroso. Mas trabalho é trabalho em qualquer tema – e tem que ser levado à sério. Passo o olho na lista dos voluntários e não identifiquei ali, nenhum colaborador seja na abertura de vias, regrampeações, manutenção de trilhas, ou uma pessoa sequer que seja atuante em questões mais urgentes, que dizem respeito ao MONA Pedra do Baú e que afetam diretamente a escalada neste local. Só para citar um exemplo, em dezembro passado, o Prefeito de São Bento do Sapucaí, tentando por fim na bagunça que o pessoal da slackline promoveu no estacionamento do Bauzinho, proibiu por decreto a “prática de esportes onde se utiliza qualquer espécie de vegetação no âmbito do Monumento Natural Pedra do Baú“. Isso significa que o decreto proíbe a slackline em árvores, ancoragens de escalada em vegetação, e até pisarmos na grama. O Silvério Nery, presidente da CBME teve que perder mais de um dia de trabalho durante a semana para junto com os diretores da CBME e FEMESP, redigir uma carta pedindo a revogação no Decreto.

Decreto 2.480 de 18 de dezembro de 2013

Decreto 2.480 de 18 de dezembro de 2013

Então eu me questiono mais uma vez: Quantos destes voluntários sabem da existência do Conselho Consultivo do MONA, e que nele há um representante da FEMESP? Quantos serão voluntários para ajudar de maneira pontual em questões que influenciam no direito de prática do nosso esporte?

Dito tudo isso, só me resta a esperança de que aos poucos, as pessoas repensem e reflitam de forma mais ampla antes de opinar sobre determinados temas que parecem serem muito benéficos para elas num primeiro momento mas não o são. Não dá para levar vantagem em tudo. Ah, sim! O título do post. Para quem não conhece, Gerson foi um grande jogador de futebol da seleção brasileira, que atuou nos anos 70 como garoto propaganda num comercial de cigarros no qual ele terminava com a frase “Gosto de levar vantagem em tudo, certo?”. Só pelo produto em questão, hoje podemos deduzir que Gerson, apesar de parecer esperto na ocasião, o tempo mostrou que ele não levou vantagem alguma.


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